2 de jul de 2014

Pensando sobre a numerologia ao rever meu Gráfico da Vida



Tem gente que acha que esse negócio de numerologia é besteira da minha cabeça. Mas quando minha mãe morreu (certamente a morte que mais senti até hoje), havia uma conjunção de números 13 no Gráfico da Vida do meu mapa numerológico natal. O número 13 representa não só a morte, que é uma consequência inevitável da vida, mas uma morte súbita, repentina, inesperada, e foi exatamente assim que ela se foi. Além disso, nunca fui de quebrar ossos nem sofrer luxações, nada disso, a vida inteira. Mas durante o período em que tive conjunções de letras E, que indicam propensão a acidentes e fraturas, caí sobre o mesmo joelho três vezes, e quebrei um pé. E tem mais: a primeira vez que tive um ciclo de letra O na coluna da vida pessoal, que indica um acontecimento afetivo relevante, foi quando casei. Os exemplos são vários, não só no meu mapa, mas nos tantos mapas que venho analisando faz quase trinta anos. Bem, eu não sei exatamente como explicar o funcionamento da sincronicidade sobre a qual se baseia a numerologia. Mas que existe um funcionamento, algum mecanismo, uma espécie de estrutura, um FATO, ah, existe.

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