18 de jun de 2016

Na numerologia, o Ano Pessoal 9 representa fechamento de ciclo, finalização do que estava sendo construído, confirmação do que é para ser e do que não é para ser, momento em que alguns hábitos e pessoas vão embora ou são abandonados para abrir espaço para a renovação do ano pessoal seguinte, que é sempre um Ano Pessoal 1. Meu ano 9 está terminando e a sensação é exatamente essa. Tudo está/é como deveria estar/ser, e todas as percepções que tentei ignorar ao longo dos últimos nove anos vieram pousar na minha cara, com maior ou menor sutileza. Eu sou tão desconfiado que já tentei várias vezes desacreditar da correspondência entre os ciclos numéricos e os fatos, mas não dá para negar que a correspondência existe, ainda que não se saiba explicar de onde ela surgiu. A numerologia não é uma ciência no sentido cartesiano do termo (xô, Descartes, xô!), não é arte em sentido algum, não é terapia, não é religião, não é misticismo e sim uma técnica baseada em uma interpretação do simbolismo dos números -- em outras palavras, é uma linguagem. Linguagem essa que venho observando há décadas e se mostra cada vez mais clara para mim, mesmo eu sendo agnóstico.

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